18 março 2016

Projetos de Férias

Tendo passado o 2015.2, teremos um intervalo de 2 semanas que eu estou chamando aqui de férias. Nesses 2 quase 3 meses do ano, várias coisas já aconteceram mas sinto que só agora o meu ano está começando novinho em folha - aquela história do ano começar só depois do carnaval nunca foi tão verdade. Um reflexo disso é que deixei aqueles projetinhos de começo de ano se acumularem para esses belos 16 dias que virão.
Agora que parei para analisar todas as coisas que fui empilhando para a lista "Fazer nas Férias", vejo que acumulei coisas demais e, se eu focar em fazer todas elas agora, pode ser que eu fique um tantinho sobrecarregada e não aproveite bem esse período pra descansar a mente mesmo... 
Anyway, aqui vai ela: 
  • Ficar em dias com o plano de leitura da Bíblia (Read The Scripture Plan, recomendo muito) 
  • Terminar de arquivar anotações das agendas do ano passado (agenda rosa, marrom e estudos bíblicos)
  • Terminar a reforma do guarda-roupa
  • Cuidar da saúde: visitar alguns médicos e fazer exames
  • Terminar 2 cursos do Coursera
  • Zerar feed de notícias do Pocket
  • Zerar pasta de newsletter do email 
  • Deixar as séries em dia (Arrow, The Blacklist, Elementary, só 65 episódios... rs) 
  • Reler livro do GTD
  • Finalizar 2 livros que não terminei n ano passado
  • Ir à praia 
  • Visitar a tia 
hehehe, muitas coisas. Se eu completar 70% já vou ficar feliz. 

17 março 2016

O Período Acabou!!!

Devido às greves que aconteceram em muitas faculdades federais no ano passado, o calendário letivo ficou todo bagunçado e o período 2015.2 só acabou oficialmente para mim ontem! Que coisa, né? Esse período foi super curto, dentro daquela margem mínima para ser aceitável dentro das normas mas, ao mesmo tempo, pareceu se arrastar eternamente. 

Mascote do 2015.2
Mascote do 2015.2, por Alan Carpilovsky no CT Professores e Matérias.
Esse foi efetivamente o meu 4º período na UFRJ, mas vou me lembrar dele como o período em que passei em Cálculo III - a matéria terror do do ciclo básico das engenharias. 

Pra você ficar um pouco por dentro do que significa estudar engenharia na UFRJ:
  • Há 12 cursos diferentes de engenharia oferecidos pela Escola Politécnica (Poli) mais 3 oferecidos pela Escola de Química (EQ) - eu estudo Engenharia de Controle e Automação.
  • Os cursos são planejados para durarem 5 anos, no entanto, raros são os alunos que conseguem se formar neste prazo. 
  • Os 2 primeiros anos de curso - o ciclo básico - é bem parecido para a maior parte das engenharias e nele são estudadas as físicas e cálculos em um modelo 'unificado', em que os professores são orientados a seguir o mesmo plano de estudos para todas as turmas de uma dada disciplina, e todas as turmas fazem uma mesma prova, igual. 
  • Há sérios problemas na didática dos professores, o que, muitas vezes, nos leva a estudar por vídeo aulas no youtube (univesptv <3)
Há vários outros fatos e comentários sobre a UFRJ e a Poli, mas acho que isso pode ficar para um próximo post. 

Voltando aos comentários sobre esse período que acabou de acabar: em geral, fiquei satisfeita com o meu resultado, eu estava mais equilibrada mentalmente, o que me ajudou a ter mais foco e isso ajudou bastante. Apesar disso, o resultado podia ter sido melhor se eu tivesse seguido alguns conselhos bem básicos que todos estamos cansados de saber sobre produtividade nos estudos, mas que dificilmente colocamos em prática. Deixo aqui a listinha dos conselhos que podem melhorar meu desempenho no semestre seguinte: 
  • não perder aulas 
  • revisar as matérias diariamente 
  • começar tarefas e trabalhos no dia em que forem passados
  • estudar conteúdos com antecedência 
  • explorar melhor o conhecimento dos professores e fazer mais perguntas/pedir ajuda
  • estudar em grupo de vez em quando 
Estou com pensamentos otimistas para os dois próximos períodos desse ano, principalmente porque eles representam a chance de eu finalizar o ciclo básico - haha, isso mesmo, só com um aninho de atraso, tá ótimo. Sei que essa listinha de conselhos/metas para o próximo semestre parece com aquelas típicas metas de início de ano, mas sou dessas que acredita que é possível mudar velhos hábitos e pretendo trabalhar pra ver essa mudança acontecer :) 

20 setembro 2015

Rock in Rio 2015: Eu Fui

Ontem eu realizei meu sonho de ir ao Rock in Rio e a experiência foi tão épica que preciso registrar todas essas memórias para a posteridade. São tantas coisas pra falar!!!
Ok, pra facilitar, vamos por partes:

Chegada à Cidade do Rock 
Sei que no geral vou lembrar do evento como um momento incrível, mas a chegada até lá foi triste. A opção mais fácil para mim era ir de BRT, e seguindo a recomendação do esquema da prefeitura, eu e a Isa fomos até a estação Alvorada para pegar o ônibus direto para o Rock In Rio. Saímos do Fundão às 13h, chegamos na Alvorada às 14h30 e lá perdemos uma boa hora nas gigantescas filas para pegar o ônibus direto. O que mais me deixou indignada é que esse ônibus te deixa a apenas 1km da estação Rio 2, o que andando dá 5 minutos gente!!! E a partir deste ponto improvisado, ainda é necessário andar mais 2,5km a pé. Eu preferia ter andado tudo do que ter perdido uma hora na Alvorada esperando no Sol quente (gente, que Sol!!! Eu não estava preparada pra isso...) . Se alguém ai for de BRT, fica a dica, desça na Rio 2 que é mais vantagem.

Brinquedos 
Assim que chegamos, fomos logo procurar alguma coisa pra nos hidratar, pois o calor estava demais. Logo de início já deu pra ter uma ideia da bagunça que era pra conseguir comprar coisas nas lojinhas e também da faixa de preços. Tudo bem caro, como esperado. Com isso, perdemos uma meia hora e fomos dar uma olhada nos brinquedos lá pelas 16h. Dessa vez não teve uma fila propriamente dita para acesso aos brinquedos, mas tinha agendamento pelo aplicativo Bloom. Pra nossa tristeza, quando fomos ver já não tinha mais vagas pro dia, mas ok...

Outras Atrações
Assistimos um pouco do Palco Sunset e do Rock Street. Eu gostei do Rock Street porque tinha uns dançarinos lá animando a galera e fazendo todo mundo dançar junto, eu gosto dessas coisas, rs.
Depois fomos dar uma olhada na Rock Street, que é uma rua cheia de lojinhas num estilo retrô. Por lá também tinha vários stands de patrocinadores do evento, e gostei bastante do da Pepsi, que tinha uma Karaokê muito legal, imagina, cartar no Rock in Rio? hehe, gostei da ideia. O que não gostei muito da Rock Street é que depois das 18h estava impossível transitar por lá. O evento cresceu muito e certas partes do evento não acompanharam esse crescimento.
Uma coisa que gostei muito foi o stand da Niely "Fique Diva", que era basicamente um salão de beleza de graça, no Rock in Rio! haha, eu curti muito. Eles oferecem uma lista de penteados que você pode fazer, e aí era só pegar uma senha, aguardar um pouquinho e #FicarDiva. Gostei do atendimento e do resultado, me deu até vontade de comprar uns produtos da Niely - arrasaram no Marketing!


Logística do Evento 
Como comentei acima, o evento cresceu muito, mas a logística parece não ter acompanhado. Eu sei que um evento desses deve ter um custo estratosférico, mas pelo preço do ingresso, eu esperava um pouquinho mais da estrutura. Ainda de tarde os banheiros próximos do palco já estavam sem iluminação, água e papel - olha que coisa. Depois que os shows do palco mundo começaram, dava pra ver que as filas para qualquer um dos banheiros estavam imensas.
Logo no show de abertura a Isa passou mal e precisou de atendimento médico. Isso também me incomodou, pois o atendimento não foi muito bom e quando ela precisou voltar lá, a fila pro atendimento estava horrível, parecendo fila de hospital públicos, sabe? Também achei ruim a distribuição das saídas do evento. Basicamente a única saída era pelo portão de entrada. Quando a Isa precisou ir embora, fui conversar com os guardas pra tentar achar uma saída de emergência (ninguém estava pegando fogo, mas era uma emergência), e daí descobri que muitas das saídas eram um tanto quanto falsas e que um cidadão comum não conseguiria abrir nenhuma delas. Pode isso, produção?!? Eu sei que o evento tem que ser bem cercado assim, porque muita gente pode entrar de penetra e tal, mas e se tivesse um problema que a galera precisasse correr pra fora do evento? Tipo um tiroteio (ok, posso estar forçando um pouco, mas com a revista que eles fazem na entrada, muita coisa passa fácil...), um incêndio, ou sei lá? Não ia dar não...
Quanto às lojas, fiquei muito estressada com o Bobs quando fui comprar uns gatorades e fiquei uma hora da fila e perdi o show do The Script :/ O preço é super alto e mesmo assim não tem funcionários o suficiente para atender a galera. Cada bloco tinha uns 3 caixas e umas 4 filas pra retirada dos produtos. Nos caixas tinha atendentes, ok, mas na retirada, em dois blocos que fui, tinha apenas 1 atendente correndo para entregar os pedidos das 4 filas, aff.

Shows 
Ok, essa é a parte que me faz relevar os problemas da logística. O palco mundo é muito grande e bonito. A qualidade do som é 10, e a luzes também são muito legais. Logo na abertura do palco mundo houve uma queima de fogos que durou um tempo e me fez pensar em como a vida é bela, rs. Sério, o efeito dos fogos sincronizados com as músicas foi muito bonito, me emocionei.
O show dos cantores nacionais também foi bom, melhor do que eu esperava, e me fez pensar porque eu nunca fui num show do Skank antes.
Logo em seguida foi o show do The Script, que eu não vi porque estava na fila do Bobs, mas ouvi tudinho, claro. Eles abriram com a minha música favorita, Paint the Town Green, e vi que o palco estava todo iluminado de verde, deve ter sido lindo.

OneRepublic 
Gostei muito, muito mesmo - primeiro porque das 3 bandas, essa é a que sou fã mesmo, segundo porque foi além das minhas expectativas. Amei a set list do show, e o Ryan canta muito bem ao vivo, faz uns arranjos muito legais, é carismático e interagiu legal com o público. Pulei muito com as músicas, e assim que acabou eu pensei que eu não precisava de mais nada, nem do Queen, porque eu já estava bem feliz de ter presenciado um show deles.
Quanto às músicas, Apologize foi linda, tocada no piano e celo. Counting Stars foi a melhor pela vibração da galera, muita gente conhece essa música e com certeza foi a música em que pulei mais, hahaha. Outros melhores momentos da apresentação deles foram as músicas Love runs out, If I lose myself e I lived.
I owned every second that this world could give
I saw so many places, the things that I did
Yeah with every broken bone
I swear I lived
Esse trecho de I lived resumiu um pouquinho do sentimento de estar no Rock in Rio: aproveitar o máximo da vida.

Queen!!!
Eles também superaram minhas expectativas x1000. Eu não sou fã devota deles, mas gosto muito. No entanto, eu tinha ouvido umas críticas quanto ao grupo não ser mais o mesmo sem o Freddie e que o Adam não estava combinando com o grupo e tal. Eu não devia ter comprado esse pensamento porque ele não faz sentido não... É verdade que o Freddie era único e marcou a história do rock, mas a participação do Adam Lambert no grupo só somou e não substituiu ninguém no grupo, e isso pra mim ficou bem evidente no show.
Logo no início do show deu pra ver que a coisa ali era diferente. O palco foi coberto com uma bandeira gigante com o logo da banda que foi derrubada assim que eles entraram no palco.
Sobre todo o show, posso dizer que ficou evidente que o Queen tem muita classe, tradição e qualidade, e por isso não podia ter um nome melhor.
O Adam tem uma voz incrível e também é muito performático. O show inteiro eu só ouvia elogios da galera sobre ele. Já virei fã. É muito talento em uma só pessoa.
Também gostei muito de ver o Brian e o Roger cantando, e achei muito legal os solos de guitarra e bateria que eles fizeram enquanto o Adam trocava de figurino. Lembrei de uns amigos que adorariam ter estado ali também. Pra mim o Brian também teve bastante destaque no show, pois a guitarra é meu instrumento favorito e ele toca bem demais!! Ele tocando é como se não precisasse de voz na música, porque a guitarra canta, sabe? dá pra sentir.
Acho que os momentos mais especiais do show foram as músicas em que colocaram os vídeos do Freedie Mercuri pra cantar junto. Deu arrepios. Parecia que ele estava mesmo ali cantando junto, foi lindo.
Enfim, fiquei muito feliz de ter tido a oportunidade de ver um show deles e saí do show feeling like a champion, hehe.

Saída do evento
A saída foi complicadinha. Milhares de pessoas saindo por uma única passagem, a passinhos de tartaruga. Levei meia hora pra sair de dentro da Cidade do Rock e mais meia hora pra chegar até a Rio2. Cheguei em casa às 5h20 :)

Conclusão
Apesar dos pesares da logística do evento (que dá pra ser melhorada), a experiência de estar ali de verdade foi sem palavras. Recomendo o evento e pretendo ir no de 2017 também :)

03 agosto 2015

Festa de Época na França - Vamos?!

Olá!
Se você assiste ao Fantástico todos os domingos já deve saber um pouco do que pretendo falar, mas se esse não é o seu caso, deixa que eu te apresento La Journée Grand Siècle - um evento onde os convidados reconstroem um pouquinho do século XVII. Descobri sobre a festa aqui.
Créditos aqui.
Realizado no castelo Vaux Le Viconte, o ~ Grande Dia do Século ~ tem a ambientação perfeita para os desfiles dos belos trajes de época que, apesar de não serem obrigatórios, são os elementos que moldam todo o clima do evento. Esse vídeo dá uma ideia melhor da festa:


Confesso que quando criança eu sonhava muito em andar pelas ruas em uma caruagem com esses vestidos pomposos como se fosse uma princesa... hehe... mas imagina só usar um vestidão desse no calor de Cuiabá? é, que bom que a moda mudou.

Mas voltando à festa, que coisa linda, né? Serve até de incentivo pra eu continuar aprendendo francês. Quero visitar sim! Veja mais algumas fotos:




Aproveita pra curtir a página do Castelo! Lá tudo é muito lindo! Beijos!

27 março 2015

Uma Semana pra Aprender a Empreender

Logo que cheguei aqui na UFRJ, meus olhos estavam vasculhando pelas oportunidades de participar em atividades extracurriculares - um dos grandes fatores de eu ter escolhido mudar pra cá. Nessa minha busca, logo dei de cara com uma galera de uma tal Empresa Júnior de Engenharia e Consultoria que estava presente em todos os lugares e em todas as palestras. De tudo o que ouvi deles até então, muito me chamava a atenção a atitude empreendedora e o profissionalismo  daquela galera. Gostei disso. 
Passado mais algum tempo, soube que haveria um evento organizado por eles, a Semana Fluxo de Engenharia. Como eu tinha ficado com uma boa imagem deles, resolvi dar uma olhada na programação e participar. As palestras pareciam realmente interessantes - e foram! 
Contornada de rosa, estão as palestras que assisti em 2014.
As palestras realmente me motivaram e lembro até hoje como achei incrível ouvir aquele cara (Pedrinho Salomão) falando sobre o que realmente é ser empreendedor e que felicidade e trabalho são palavras que combinam sim. Lembro que achei genial a palestra daquela consultora que era uma mulher de sucesso e entendia muito de tecnologia (Carolina Abrantes), e também me lembro que chorei muito ao ouvir o Fernando falando sobre a invisibilidade social e a importância de re(conhecer) as pessoas ao nosso redor. Foi uma semana linda, e me lembro que deu alegria de estar no Fundão estudando engenharia, assim como me deu esperança de conquistar uma carreira de sucesso a partir dos exemplos que vi ali. Só que de todas essas coisas legais que vi no evento, o que realmente capturou minha atenção foram aqueles sorrisos atenciosos e dedicados de quem me recebia no credenciamento todos os dias, aqueles que organizavam as palestras, aqueles tornavam o evento possível a troco de nenhum dinheiro, a troco de um sonho de inspirar pessoas - hoje eu sei que foi ali naquele momento que sonhei ser uma daquelas pessoas exemplares pra mim, que faziam as coisas acontecerem. 
O motivo de eu ter vindo contar essa história aqui, é que exatamente hoje acabou a XII SFE - a melhor da história so far! - e durante esses dias tive a imensa alegria de ter sido parte da equipe dos Melhores Staff (hehe). Eu sei que há várias motivações válidas que levam um estudante a querer ser membro da Fluxo, mas a minha foi mesmo essa vontade de me tornar uma pessoa que acredita no empreendedorismo e que trabalha na direção de seus objetivos, como aquelas pessoas que vi trabalhando na primeira SFE que presenciei.  Com isso, só posso dizer que a XII SFE teve um toque todo especial para mim - foi a realização de um sonho. 
Dessa vez, também tive a oportunidade de ouvir as palavras sábias e carregadas de memórias do Aleksander Laks, sobrevivente do holocausto que luta pela vida e pelo respeito entre toda a humanidade; também as palavras do nosso Astronauta que por meio de muita perseverança e dedicação, foi lá e alcançou lugares que nenhum brasileiro tinha antes alcançado, contrariando as probabilidades. O Miguel Goés também falou sobre a importância de sempre buscar novos desafios e metas, agindo sempre com muita transparência, e respeito. A Carol do ViraVolta também me fez pensar em ter uma vida mais leve e sobre seguir os sonhos por mais estranhos que eles possam parecer aos olhos dos outros, e o Pedrinho com Leoni nos relembraram da importância da equipe família. 
De certa forma, todos eles me fizeram refletir muito a importância da família: O Laks que perdeu seus pais de forma tão triste, mas que sempre os respeitou e os amou incondicionalmente, o Marcos com o apoio que teve de sua mãe e de sua família toda e com o aquele momento em que ele teve que pensar nas últimas palavras que diria a eles, e a história do Pedro e de como ele fez a diferença nos últimos dias que teve com o seu pai. Além disso, em todo o momento ouvimos sobre a importância de seguir os sonhos, e de ter atitude de ir lá e fazer. 
Foto: André Noboa e Lucas Vianna
Deixo a pergunta da imagem como reflexão pra vocês! 
Beijos!

08 março 2015

Minha Jornada da Organização

Costumo admirar pessoas com grandes responsabilidades e projetos que conseguem entregar bons resultados sem se perder nesse mar de tarefas e compromissos que os cercam. A exemplo disso, cito a Bel Pesce que é uma das minhas referências enquanto mulher empreendedora, e a Thais Godinho que considero minha mentora em organização. Acho simplesmente impressionante que elas estão a cada dia fazendo mais coisas e essas coisas estão dando muito certo!!
Foi por acaso que um dia encontrei o blog da Thais, o Vida Organizada, enquanto pesquisava algumas dicas básicas de organização. O conteúdo do blog me chamou a atenção, e eu decidi que deveria continuar acompanhando aquele blog. Isso já tem mais de 2 anos e, de lá pra cá, eu pude acompanhar o grande crescimento que ela teve, inclusive se tornando uma organizadora profissional e lançando seu primeiro livro. Desde esse primeiro contato ela me convenceu que a organização é um fator que pode melhorar em muito a nossa qualidade de vida.
Naquele mesmo ano passei a por em prática várias das dicas dela a respeito do planejamento no dia-a-dia e até mesmo comecei a traçar metas a médio e longo prazo. No entanto, confesso que fiquei um tanto assustada com as muitas teorias e regras à respeito do método GTD (Getting things done) do qual ela falava e procurei fórmulas mais simples, como o Zen to Done. Até gostei do Zen to Done, mas acredito que não chegou a causar grandes impactos na minha vida. O fato é que apesar de disso, continuei seguindo o blog da Thais e seus posts foram adquirindo uma maturidade e clareza maiores que me motivaram a realmente dar uma change ao GTD original.
Cheguei a baixar um ebook da Call Daniel sobre o método, que é uma descrição bem breve sobre as etapas do GTD, mas o conteúdo do Vida Organizada já tinha me ensinado com bem mais detalhes. Com isso, o próximo passo seria finalmente comprar o livro do David Allen, que me motivou a escrever esse post de hoje. Me pergunto porque foi que eu demorei tanto para comprar esse livro. É, acho que sei. Como há muito conteúdo na internet sobre isso, me convenci de que não deveria gastar dinheiro com isso. A questão é que isto não é um gasto, mas sim um valioso investimento - my mistake. Emfim, estou apreciando cada palavrinha do livro e acredito que vai fazer uma diferença na minha rotina de organização e isso é muito necessário, tendo em vista que pretendo assumir novos projetos em breve. Recomendo que vocês também deem uma chance ao GTD! :D


Sobre as ferramentas que utilizo para me organizar, segue a listinha:
  • Google Agenda, indispensável para organizar meus horários de estudo, trabalho e compromissos;
  • Moleskine da empresa para realizar a coleta enquanto estou lá na Fluxo;
  • Uma agenda pessoal para realizar anotações em casa e que me acompanha sempre que vou ao mercado; 
  • OneNote para anotações virtuais e organização de informações de referência;
  • Trello, para a gestão de projetos colaborativos e pessoais. Bem útil para aplicar o método kanbam;
  • Nozbe para tarefas de rotina que precisam de gosto de criar alarmes;
  • Skoob para organizar os minhas leituras; 
  • Filmow para organizar os filmes que assisto ; 
  • Orangotag pra organizar minhas séries. 

É, eu sei que são muitas coisas e vou tentar reduzir esse número (já tentei algumas vezes), mas tem até funcionado bem. Lidar com todas essas ferramentas desprende mais tempo, no entanto, ainda não encontrei uma ferramenta 100% e cada uma delas é melhor em um aspecto diferente. 

Tem alguma dica sobre organização? Comenta aqui! 

Abraços!